Apartamento escuro, ruído de chave na fechadura. Quem abre a porta é uma jovem de seus vinte e cinco anos. Permanece imóvel na entrada por quase um minuto sem largar a maçaneta. Sua expressão é a do mais completo desânimo. Entra, ignora os interruptores, larga a bolsa numa cadeira e senta com displicência no assoalho, as costas apoiadas na parede. Um gato surge da escuridão e pula nas suas pernas. Mia baixinho e esfrega a cabeça em sua mão. Ela:
― Você tem sempre que ser assim tão... superficial?
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2 comentários:
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Quando comentários merece um texto, qualquer que seja, deverá merecer por aquilo que vale, neste caso, sinceramente não vale NADA em absoluto, até que...
Neste mundo de incertezas
De mentiras e verdades
Nunca é pobre de riuquezes
Quem dá, e tem amizades.
Anônimo, você tomou as dores do gatinho?
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