Fim de tarde, lua em quarto crescente. Numa manobra cirúrgica, o motorista estaciona de ré entre duas motos e desliga a ignição:
― Obrigado, meu carrinho, por me trazer tão depressa para casa.
E o carro num transe, agora de porta aberta, a tudo conectado por uma espécie de loucura neutra.
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3 comentários:
gostei da foto nova... eu tb quero uma rede preguiçosa pra tomar café...
imagino mais ou menos como seja...
não ficou faltando nada?
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